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sexta-feira, 18 de março de 2011

Músicas que lembram-me de alguém - 2














Love Of My Live, Queen, 1979.
Minha irmã Magaly foi ai show The Game Tour da banda inglesa em março de 1981 no Estádio do Murumbi. Na época as rádios tocavam exaustivamente os sucessos do grupo e a mana cantava junto. Uma das faixas que marcaram o show e minha lembrança com a voz da mana foi esta musica (registro ao vivo). Ai como ela cantava...

Só de Você, Rita Lee e Roberto de Carvalho, 1982.
Minha mãe não se importava quando eu colocava os discos da Rita Lee para escutar. Ela curtia, um pouco, também. E uma das musicas que ela gostava de cantarolar e ensair uns passos era essa.

O Amanhã, Simone, 1983.
Lembrança de um Carnaval que passei em Piracicaba com meus primos Maurício e Alexandre. Voltando de uma festa de rua, subimos uma ladeira ferrada, cansados, bebuns, fumando e cantando os versos dessa música.

Era Um Garoto Que Como Eu Amava Os Beatles e Os Rolling Stones, Engenheiros do Hawaii, 1990.
Soube que o meu amado primo Alexandre gostava muito desta música quando ela foi cantada na sua Missa de Sétimo Dia. Foi comovente. Minha primeira grande perda afetiva. Tentei desassociar o grupo musical das lembranças que tenho dele, não curto Engenheiros, mas não consegui. Sempre que escuto qualquer musica da banda me lembro dele. Saudades.

Acontecimentos, Marina Lima, 1991.
Me lembra das horas em que passávamos conversando no carro da minha amiga e ex-namorada Márcia Galliani. Quando saía do trabalho eu a acompanhava até o estacionamento do edifício São Luiz na Av. Paulista. Ela adorava a Marina, decorei muitas músicas da cantora dessa fase, embora curta mais a Marina do começo de carreira.

Todas do Fabio Jr., década de 1990.
Minha amada amiga Carminha AMA este cantor. Vivia falando do seu ídolo e de suas musicas m-a-r-a-v-i-l-h-o-s-a-s e dos seus shows que ela não perdia. Dizia: Ele é lindo e eu amo ele! Ai ai, o que seria de nós se não fosse a diversidade? Segue Choro, de 1985.

Paratodos, Chico Buarque, 1993.
Forte lembrança do ano que conheci Brasília. Fui visitar um querido amigo que morava lá, Alexandre Gonzaga. Ele curtia muito o Chico e tinha acabado de comprar o mais recente disco do seu ídolo. Ouvimos muito o disco e a faixa título.

Inverno, Adriana Calcanhoto, 1994.
Ficávamos, eu, Roberta e Vinicius fazendo trabalhos para a faculdade nos fins de semana no salão de festas nos fundos da casa dela. A trilha sonora era diversificada: Skank, Legião Urbana, Tim Maia, Marisa Monte... e Adriana Calcanhoto. Essa música foi uma das que cantávamos felizes da vida por “perder” os finais de semana ralando.

Todas do Caetano Veloso, desde sempre.
Meu amado Miguel adora este cantor e suas canções. Tem quase todos os discos dele e sabe de cor muitas musicas do seu ídolo. Gosto de algumas, em especial a Você é Linda. Mas, uma que me faz lembrar sempre de nós é Sozinho.Aprendi a gostar mais do Caetano e da sua mana Maria Bethânia graças ao Miguel.

True, Spandau Ballet, 1983.
Sempre gostei dessa musica e quando pegava carona com minha queridíssima amiga Lícia ou melhor, Jussara Correali, quando trabalhávamos na Vila Madalena, tocava essa musica na sua play list. E eu cantava com minha voz de taquara rachada a música pra ela. Nos divertíamos muito.

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Músicas que lembram-me de alguém - 1














Algumas músicas marcaram não somente certas circunstâncias na minha vida, mas fazem lembrar-me de pessoas da família, dos amigos, dos encontros...
Seguem algumas:


Que Sera, Sera (Whatever Will Be, Will Be), Doris Day, 1956.
Minha amada e saudosa mãe cantarolava sempre esta música. Ela adora a Doris Day e os filmes musicais das décadas de 1950/60. E a trilha da Noviça Rebelde? Vai virar post! Saudades apertadas.

Festa de Umbanda, Martinho da Vila, 1974.
Bom, já falei aqui, Referencias familiares 4, sobre o gosto musical do meu pai, pois é, e esta é uma das músicas que ficaram gravadas na memória graças a lavagem cerebral dos fins de semana. Eita, e dá-lhe guias no pescoço. Uma figura!

Piano In The Dark, Brenda Russel, 1988.
Entre outras, ouvia esta com a minha irmã Rosely no rádio do seu fusca amarelo-gema. Ficávamos um tempão conversando e ouvindo música no possante dela. Era muito bom.

Memory, Barbra Streisand, 1981.
Minha irmã Magaly soltava a goela para cantar junto com a Barbra quando tocava no seu gravador portátil. É uma de minhas memórias mais marcantes. Canta Tata, canta!

The Number Of The BeastIron Maiden, 1982.
Meu irmão DInho na sua fase de aborrescência não se cansava de ouvir esta "deliciosa" música. Era um alívio quando ele ficava bem longe da vitrola.

Cant Take My Eyes Off Of YouBoys Town Gang, 1983.
Toda vez que ia para Piracicaba pegava o LP Disco 83 do meu primo Marcelo e colocava na vitrola para escutar esta música. Adorava, e só ali eu podia escutar quantas vezes quisesse.

Flor de LisDjavan, 1976.
Um dos pontos obrigatórios de Piracicaba era o bar Zero Grau na Av. Independência quase ao lado do cemitério. Os chope, as porções de amendoim torrado e a música ao vivo, davam o enredo para horas e horas de papo. Rolava MPB pura e uma das músicas era esta que não sai da memória. Tempos bons.

Não Quero Dinheiro, Tim Maia, 1993.
Escutava esta e outras do repertório do Tim Maia quando ia às festas na casa da minha amiga Roberta na época da faculdade. Era uma tradição ouvir o "síndico".

No More I Love You's, Annie Lennox, 1995.
Minha amiga Nuria cantava o refrão "Do-be-do-be-do-do-do-oh-oh" fazendo alusão a uma trepadinha rápida. A moda pegou e toda vez que falávamos sobre sexo (ela, Roberta e eu), tinha o refrão no meio do assunto. Como diria Bebé, era só risada.

Todas da Ivete Sangalo, desde 1999.
Sempre quando escuto suas músicas ou vejo a artista na mídia, lembro-me da minha sobrinha/filha Márcia. Por alguma razão que desconheço ambas tem o mesmo carisma e a mesma luz. Amo demais meu Bebeim. Destaque para a faixa Se Eu Não Te Amasse Tanto Assim, do álbum Ivete Sangalo, de 1999.